|
É ano de Copa do Mundo. Ops! Me refiro a ano de eleição...
Essa confusão no início desse meu texto tem uma razão de ser.
Sempre vi uma grande analogia entre política e futebol.
A política é apaixonante. O futebol é a própria paixão.
O futebol é generoso com os craques. A política, com os melhores “jogadores”.
O toque de bola no futebol é a articulação na política.
Os times são os partidos. A torcida, os eleitores. E o gol, a eleição.
No futebol existe o impedimento, que é quando um jogador está muito avançado e acaba sendo impedido de continuar a jogada. Na política, idem.
No futebol, só os melhores são adorados pela torcida. Na política, só os bons têm o apoio dos eleitores.
No futebol, os craques entram em campo e os outros, se tiverem um pouco de habilidade, viram suplentes. Na política também.
O time pra torcida é que nem o partido para os eleitores: por mais que nos faça sofrer, não queremos saber de mudar de lado. Se estamos bem, rimos dos nossos adversários.
Se estamos mal, tiramos uma confiança, sabe lá Deus de onde, de que vamos melhorar.
No futebol se veste as camisas 1, 9, 10, 11...
Na política, as camisas também têm números: 13, 25, 45...
No futebol: gavião, leão, super-homem, urubu...
Na política: estrela, tucano, peixe...
No futebol, chuteira.
Na política, gravata.
No futebol, mito.
Na política, ser humano.
No futebol, juiz.
Na política, VOCÊ
|